Cardiopatias no consultório dentário.

 In Público em geral

Em 2007 surgiu, no Brasil, o primeiro trabalho sobre o relacionamento entre a odontologia e a cardiologia.

Na ocasião esse projeto, que reuniu médicos e dentistas, para a redação do livro Cardiologia e Odontologia, pela Editora Santos, rendeu frutos aos dois segmentos e uma maior atenção dos pacientes e dos profissionais de saúde sobre as evoluções de interesse clínico e científico para essas áreas da saúde.

Desde então algumas “verdades convencionadas” e assuntos polêmicos, passaram a ser mais valorizados pelos profissionais de saúde que tiveram acesso aquela literatura, como no caso da:

– divergência sobre a obrigatoriedade de suspensão no uso de antiagregantes (ex. AAS), previamente äs cirurgias bucais;

– divergência sobre a obrigatoriedade do uso de anestésicos desprovidos de vasoconstritor no tratamento odontológico de cardiopatas;

– a necessidade dos profissionais de odontologia se diferenciarem quanto ao apoio na prática das manobras emergenciais, em caso de choque ou risco de vida;

– a necessidade da compreensão sobre “a quem se destinam” as coberturas medicamentosas, profiláticas e terapêuticas, na rotina da odontologia e da medicina.

– a necessidade de compreensão da situação bucal, especialmente no caso da doença periodontal, que não pode mais ser desconsiderada na investigação dos médicos cardiologistas.

– aceitação mútua de que, em caso de dúvidas, deve imperar o bom senso e a comunicação entre as partes envolvidas no tratamento de um paciente (médicos e dentistas).

Para saber mais detalhes do assunto, leia a entrevista publicada pelo jornal On Line da ABO, no link: http://migre.me/5Knqf

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