Quando devo trocar a escova de dentes?

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Muitas pessoas permanecem com a mesma escova de dentes por longos períodos. Saiba de quanto em quanto tempo é necessário trocá-las e entenda o porquê.

Ao acordar, depois do almoço, no trabalho, após o café da tarde, antes de dormir… A escova de dentes é uma companheira inseparável no nosso dia a dia, não é mesmo? Mas, inevitavelmente, chega o momento de dizer adeus e de substituí-la por outra, novinha em folha.

Entretanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre quando é ou não é a hora de trocar a escova de dentes. Por via de regra, ela deve ser trocada a cada três meses. Porém, antes de mergulharmos fundo no assunto, é importante entender que a periodicidade está longe de ser o único ponto a ser considerado para a substituição.

Quer saber tudo sobre o assunto e nunca mais errar ao trocar a escova de dentes? Então, continue a leitura!

Deformação nas cerdas

Quem não gosta de escovar os dentes com uma escova nova, recém-saída da embalagem e com as cerdas impecáveis? O problema é que, desde a primeira escovação, ela começa a desgastar-se.

Isso não influencia apenas na estética da escova — depois de algum tempo, é fácil perceber que as cerdas estão bastante comprometidas, o que afeta diretamente a sua eficiência. Quando elas estão desalinhadas, não conseguem mais penetrar nas cavidades mais profundas da dentição, diminuindo a qualidade da escovação.

Portanto, ao perceber que as cerdas da sua escova estão deformadas, chegou a hora de despedir-se e comprar uma nova.

Mas atenção! Há escovas de qualidade tão alta que elas demoram muito, muito tempo para começarem a apresentar desgastes físicos. Por isso, lembre-se de que, independentemente da aparência da escova, ela deve ser substituída a cada três meses, pelo menos.

Perda da eficácia

É importante também ficar de olho se a escova continua cumprindo o que promete. Quando isso não mais acontecer, troque-a!

Quando a escova fica velha — e lembre-se de que isso nem sempre é aparente —, as cerdas ficam propensas a juntar sujeira e, por não mais higienizarem tão bem os dentes, também levam ao acúmulo de placas bacterianas. Isso pode causar gengivites e outras inflamações na boca.

Além disso, o desgaste ainda impede que a escova cumpra suas funções especiais, como aquelas que são desenhadas especialmente para colaborar com a brancura dos dentes, com a limpeza das gengivas e outras características.

Má higienização

Além dos desgastes naturais que aparecem com o tempo, você também contribui para a boa ou má conservação da sua escova de dentes. Nesse sentido, é fundamental ter cuidado com a higienização dela, o que diz respeito principalmente à forma com que ela é armazenada.

Depois de escovar os dentes, agite bem a sua escova e enxugue-a levemente em uma toalha limpa. Em seguida, guarde-a em posição vertical — isso evita que ela acumule umidade, o que levaria à junção de bactérias.

Esses cuidados aumentam a vida útil da escova, fazendo com que você não precise trocá-la antes do tempo mínimo recomendado de três meses.

Outra recomendação importante, e que muitas pessoas ignoram, é o fato de que não é indicado que você continue com a mesma escova de dentes depois de ficar doente, mesmo que seja apenas um resfriado ou gripe comuns. Durante esse período, a escova acaba acumulando vírus ou bactérias que, depois, podem voltar para você e adoecê-lo novamente.

Agora que você já sabe quando e por que trocar a escova de dentes, entre em contato com a gente e conheça os produtos de alta qualidade que temos para você e sua família!

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