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Displasia cleidocraniana: o que é, causas e tratamentos. Entenda!

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Neste artigo falaremos sobre o que é displasia cleidocraniana, suas causas e tratamentos indicados. Entenda tudo que você precisa sobre o assunto!

A displasia cleidocraniana é considerada como doença genética não degenerativa. E como parte das doenças por alteração genética, costuma afetar crianças que um ou ambos os pais são portadores. É possível aparecer também em crianças sem histórico familiar, neste caso por uma mutação genética.

Considerada uma doença muito rara, estima-se que ela seja diagnosticada em 1 criança a cada 1 milhão.

A doença causa principalmente atraso no desenvolvimento dos ombros e dos ossos do crânio, entre outras características físicas.

É importante ter em mente que a displasia cleidocraniana é uma doença genética e não hereditária.

Apesar da confusão de nomenclatura, as doenças hereditárias têm maiores chances de se desenvolver em algum momento da vida, já as doenças genéticas não elas. Essas são desenvolvidas por alterações genéticas que podem ou não acontecer.

Apesar de grande parte dos portadores seguirem a vida normal, a displasia cleidocraniana não tem cura.

Displasia cleidocraniana: características

A condição gera diferenças físicas em seus portadores, veja quais são elas abaixo!

  • Nariz largo;
  • Testa e queixo projetados para frente;
  • Demora no fechamento das moleira do bebê;
  • Ombros estreitos e com alta flexibilidade;
  • Ausência total ou clavículas muito curtas;
  • Baixa estatura;
  • Escoliose ou outros problemas na coluna.

Displasia cleidocraniana: dentes

A diferença no sorriso costuma ser a primeira característica que as pessoas reparam. É normal que as pessoas com Displasia cleidocraniana tenha poucos dentes visíveis e diversas falhas entre eles.

Porém, na realidade, essas pessoas têm mais dentes do que uma pessoa que não sofre de displasia cleidocraniana, já que a maioria dos dentes fica inclusa.

Para os amantes da série Stranger Things, este é um assunto pertinente. Na série, Gaten Matarazzo, que interpreta o Dustin, sofre bullying no colégio por conta da falta de dentes.

O personagem da trama em diversos momentos tenta educar seus colegas e explicar o motivo da característica. Com isso acaba trazendo notoriedade a doença e colocando a displasia cleidocraniana em pauta.

É comum que pacientes com displasia cleidocraniana também tenham o céu da boca mais profundo do que o normal e má formação nos seios da face ou até sua total ausência.

Como é feito o diagnóstico?

A condição genética é diagnosticada na grande parte dos casos pelo pediatra ainda na infância, normalmente apenas pela avaliação visual do médico. Pode ser necessário realizar exames de imagem, como raio X para comprovar os alterações ósseas.

Displasia cleidocraniana: tratamento

O tratamento para a condição consiste basicamente em corrigir os incômodos que a displasia cleidocraniana causa. Apesar das diferenças físicas, na grande parte dos casos os pacientes seguem com a vida normal, sem grandes problemas.

Quando o paciente sofre com má formação, o médico pode recomendar cirurgias dentárias para ajustar a estética e a funcionalidade dos dentes.

Em alguns casos somente a extração soluciona e abre espaço para o desenvolvimento natural dos dentes. Já em outros, é necessária a extração e implantação de próteses dentárias no local.

Acompanhamento médico

Como uma doença genética, ela acompanha a pessoa por toda a vida, por isso é importante o acompanhamento regular. Sempre deve ser realizado com um pediatra, ortopedista e dentista. Cada especificação médica cumpre a sua função em deixar o paciente saudável.

Conhece alguém que é portador de displasia cleidocraniana? Compartilhe este artigo e ajude na conscientização da doença!

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