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Halitose em pacientes internados em UTI´s.

 Em Para Dentistas, Profissionais da saúde

Uma das maiores preocupações que geram grandes dores de cabeça e cercam tantos os familiares, quanto os cuidadores responsáveis pelos pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva é questão do mau hálito que acomete os pacientes internados em UTI’s.

A existência de doenças descobertas anteriormente, o uso de medicamentos que contribuem para a secura bucal e diversas outras combinações foram observadas e listadas como capazes de explicar a ocorrência clínica deste fato presente em grande parte das apostilas educativas elaboradas para os cuidadores de pacientes internados em UTI’s.

A questão é muito simples de ser resolvida. Apesar das inúmeras justificativas apresentadas e já conhecidas por todos, este sintoma indesejado também é capaz de ser o fator sinalizador da existência de outros problemas bucais mais graves que ainda não foram descobertos.

Isso pode ocorrer por conta de uma ausência de cuidados com o estado bucal do paciente naquele ambiente?

Baseada em uma gama de evidências, a odontologia traz respostas para esta questão. Acompanhe abaixo um breve resumo sobre a sessão apresentada em 2010 na International Association for Dental Research, em meio ao seu renomado encontro científico de pesquisa.

Em busca de uma boa saúde bucal, podemos dizer que estes três itens representam bem a frase “um por todos e todos por um”, do tão famoso clássico.

Objetivos da pesquisa

Os compostos voláteis do enxofre (S) são os principais responsáveis pelo aparecimento da halitose nestes pacientes.

O principal objetivo deste estudo realizado foi medira relação existente entre os níveis encontrados de compostos sulfurados voláteis (CSV) e a halitose, para que assim, pudesse ser melhor avaliada as melhorias de grande parte dos resultados obtidos com relação à este problema indesejável.

Lembrando sempre de prezar por hábitos de higiene bucal mais adequados, incluindo a higienização mecânica de toda a região da língua e dos dentes. Tudo isso, associado à prática mecânica de higiene.

Materiais e métodos utilizados para a realização da pesquisa

Foram observados trinta e quatro pacientes internados em UTI’s, que estavam fazendo o uso de tubos orotraqueais, em uma unidade de neurocirurgia.

Todos estes pacientes apresentavam grandes depósitos de saburra lingual, e todo o material foi coletado para a realização da pesquisa sobre a halitose.

Foi possível medira a halitose por meio da medição dos compostos sulfurados voláteis (CSV), utilizando o ChromaTM Oral somado aos testes organolépticos.

Aleatoriamente, destes trinta e quatro pacientes, foram selecionados vinte e seis.

Com estes, foram realizados os seguintes testes de maneira sequencial: praticas de higiene bucal, realizadas a partir da tríade de procedimentos citados para a higiene oral.

Resultados obtidos a partir da pesquisa

Os pesquisadores responsáveis por toda a pesquisa puderam observar que, houveram correlações significativas entre os resultados gerados a partir dos testes organolépticos e a presença de sulfeto de hidrogênio (H2S), de metil mercaptana (CH3SH), o escore de saburra lingual os compostos sulfurados voláteis (CSV) nas amostras coletadas.

Os altos registros de compostos sulfurados voláteis (CSV) também serviram de relação entre os altos escores de saburra lingual.

Uma introdução de rotina diária de higiene bucal nos pacientes internados em UTI’s foi capaz de reduzir, em até três vezes, mais da metade das queixas de halitose que haviam inicialmente.

Comprovou-se que os produtos da marca Bioxtra, como as salivas artificiais e os enxaguatórios bucais, além de toda a linha, apresentaram excelentes resultados na utilização em pacientes internados.

E além disso, todos os produtos desta marca podem ser utilizados por tempo indeterminado no tratamento, sem haver nenhuma restrição.

Invista em uma boa higiene oral

Os compostos voláteis do enxofre (S), como o sulfeto de hidrogênio (H2S) e a metil mercaptana (CH3SH) são maiores responsáveis pelo aparecimento do mau odor bucal dos pacientes.

Uma boa prática de higiene oral realizada diariamente, e incluindo a raspagem mecânica de toda a área da língua, dos dentes e a utilização de uma solução química à base de clorexidina utilizada na mesma proporção que utiliza-se para realizar o bochecho, foram muito eficazes na redução do aparecimento de halitose e dos compostos sulfurados voláteis (CSV) em pacientes internados em UTI’s que fazem uso de tubos orotraqueais, sob os cuidados intensivos de neurocirurgia do Kaohsiung Medical University, de Taiwan.

Esclarecemos suas dúvidas sobre o aparecimento da halitose em pacientes internados em UTI’s?

Você conhece alguém que passa ou que já passou por algo assim e precisou receber alguma ajuda? Conte para nós.

Se suas dúvidas a respeito do assunto tratado persistir, entre em contato conosco no site para adquirir nossos produtos que irão te auxiliar no combate contra o aparecimento de halitose nos pacientes internados em UTI’s.

 

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