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Herpes labial, conheça as possíveis causas, sintomas, tratamentos!

 Em Dia-a-dia, Diabetes, Público em geral

Infecção comum que afeta os lábios. Neste artigo entenda tudo que você precisa saber sobre herpes labial, suas possíveis causas, sintomas e tratamentos!

Doença muito comum que afeta os lábios com bolhas ou aftas pequenas e doloridas. Com mais de 2 milhões de casos por ano, a herpes labial é considerada uma infecção viral simples e altamente contagiosa.

Apesar de presente em muitas pessoas, o vírus pode nunca se manifestar. Na grande maioria dos casos o paciente sofre com os sintomas uma vez por ano. A crise de herpes costuma durar de 7 a 10 dias e os primeiros sinais são ardor na região dos lábios, queimação e coceira.

Causas da herpes labial

A condição é causada pelo vírus da herpes simples 1 e 2. Tais vírus da família Herpesviridae são responsáveis por inflamações latentes em humanos. É bom sempre lembrar que a herpes é uma IST, ou seja, é uma infecção sexualmente transmissível e pode provocar herpes genital pelo contato.

Vírus latentes podem ficar no corpo por anos sem manifestações externas. E como grande parte da população tem os anticorpos necessários para combater o vírus, não chega a apresentar nenhum sintoma clínico.

A herpes labial tem seu contágio apenas direto. Apesar de ser conhecida como a doença do beijo, a herpes pode ser causada de diversas outras formas. Inclusive crianças e bebês podem contrair o vírus pelo contato com adultos contaminados.

Contágio da herpes labial

A herpes labial é transmitida pelo o contato direto da ferida com a boca. Alguns dos exemplos mais comuns são:

  • Beijar pessoas com ferida na boca;
  • Compartilhamento de copo, talheres ou toalhas;
  • Compartilhamento de sabonete em barra;
  • Usar batom de alguém infectado.

Sintomas da herpes labial

A doença conta com 3 estágios, sendo cada um com sintomas diferentes.

1º estágio

No primeiro estágio da doença é normal que ainda não tenha nenhuma manifestação nos lábios diretamente. É normal sentir uma coceira de leve, acompanhada de formigamento no local e um ardor.

2º estágio

Costuma aparecer alguns dias depois do primeiro estágio. Neste momento as feridas, bolhas e aftas aparecem cheias com um líquido. Apesar de mais raro, as erupções podem aparecer também nas bochechas e ao redor do nariz.

3º estágio

No último estágio do processo inflamatório as feridas “murcham” e começam a desaparecer. Elas podem continuar visíveis durante alguns dias mas sem sintomas e cada vez mais secas.

Grupo de risco da herpes labial

Apesar de todas as pessoas correrem o risco de contágio pelo vírus, alguns grupos ou períodos da vida podem tornar a pessoa mais propensa a contrair a doença. São eles:

  • Portadores de HIV/AIDS;
  • Síndromes autoimune;
  • Diabetes;
  • Alta exposição ao sol;
  • Deficiência de vitaminas;
  • Baixa imunidade;
  • Período de menstruação;
  • Estresse.

A herpes labial costuma ser mais comum no verão por conta da baixa imunidade que muito exposição ao sol e ao calor causam. No verão, normalmente o período de férias, as pessoas não tem uma alimentação equilibrada. Isso deixa o corpo como um todo mais fraco e suscetível a herpes.

Quando o paciente já é portador do vírus, é fácil que apareçam erupções em períodos de estresse, menstruação e fases que a pessoa não está se alimentando bem.

Como é feito o diagnóstico?

As especialidades médicas que podem diagnosticar e tratar a doença são: clínico geral, dermatologista e infectologista. É recomendado que o paciente realize acompanhamento sempre que aparecer uma erupção. Em casos de herpes genital o tratamento deve ser feito com ginecologista para mulheres e urologista para homens.

Apesar de na maioria dos casos ser possível o diagnóstico já na consulta, o médico também pode solicitar exames clínicos como:

  • Exames de sangue específicos para anticorpos HSV;
  • Cultura viral da erupção;
  • Teste de anticorpos da lesão.

Tratamento da herpes labial

A condição passa por todos os ciclos de sintomas no período de uma a duas semanas. Normalmente as erupções e sintomas desaparecem sem o uso de medicamentos. Com uso de medicação via oral, todo o quadro tende a sumir mais rapidamente, aliviando os incômodos e a dor.

Em casos que a recorrência é muito alta, pode ser recomendado que o paciente faça uso contínuo da medicação.

Pomadas antivirais tópicas podem ser aplicadas de 2 em 2 horas e devem ser escolhidas por recomendação médica.

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